A raposa e as uvas "Uma raposa faminta passou embaixo de uma parreira carregadíssima de uvas. Ficou com tanta vontade de comer aquelas uvas que fez de tudo para alcançá-las. Saltou, saltou, tentou subir na parreira, mas não conseguiu. Depois de muito tentar foi embora. No caminho dizia para si mesma: — Eu não queria mesmo aquelas uvas... Elas estavam muito verdes." Fábula de Esopo. Domínio público Qual a palavra do texto que mostra por que a raposa precisava encontrar comida.
Faminta
Uvas
Verdes
Vontade
Plutão Negro, com os olhos em brasa, Bom, fiel e brincalhão, Era a alegria da casa O corajoso Plutão.
Fortíssimo, ágil no salto, Era o terror dos caminhos, E duas vezes mais alto Do que seu dono Carlinhos. Jamais à casa chegara Nem a sombra de um ladrão; Pois fazia medo a cara Do destemido Plutão. [...] Olavo Bilac. Plutão.
Disponível em: https://www.unicamp.br/iel/memoria/Ensaios/LiteraturaInfantil/Poesias%20Infantis/Pi17.htm; Acesso em: 8 jan. 2018. Pelo que está expresso no poema, assinale a alternativa que indica quem pode ser Plutão:
um menino.
um pássaro.
um brinquedo.
um cachorro.
Borboleta pequenina Saia fora do rosal Venha ver as lindas flores Que hoje é dia sem igual [...] Rosal: quer dizer roseiral. Domínio público.
Nesse trecho da cantiga, alguém pede à borboleta que saia do roseiral. Assinale a alternativa que explica a razão desse pedido:
A borboleta deve sair para ver como o dia está bonito.
A borboleta deve sair, pois há outras flores para ver.
A borboleta precisa sair para não se machucar nas rosas.
A borboleta deve sair porque não haverá mais dia igual a esse.
Leia este poema. Aguarela Cheio de folhas, úmido de orvalho, Fresco, à beira de um córrego, crescia Lindo pé de roseira em cujo galho Uma rosa sorria.
O orvalho matinal, que o beija e molha, Desce de cima em brancas névoas finas, E todo o pé salpica, folha a folha, De gotas pequeninas. [...]
Uma moça gentil sentiu anseio De possuir essa rosa e teve mágoa De não poder colhê-la, com receio De molhar os pés n′água. [...] Francisca Júlia. Poesias. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 1962. p. 179-180.
O poema narra acontecimentos que envolvem, sobretudo,
um riacho.
um orvalho
uma rosa.
uma moça.
Leia a seguir o trecho do poema. Poema sujo Não era Helena nem Vera nem Nara nem Gabriela nem Tereza nem Maria Seu nome seu nome era… [...]Ferreira Gullar. Poema sujo. Companhia das Letras: São Paulo, 2016. As reticências podem ser usadas para indicar várias situações na fala e na escrita. Nesse poema, as reticências do último verso foram utilizadas para:
indicar uma citação incompleta.
marcar a fala de um personagem.
realçar uma palavra ou expressão.
deixar o nome da mulher em aberto.
Leia a frase substituindo cada figura pelo nome correspondente. “No Natal, comi com . De sobremesa, em calda.”
A acentuação correta do nome de cada figura na frase é:
peru – abacaxí – pessego.
peru – abacaxi – pêssego.
perú – abacaxí – pêssego.
perú – abacaxi – pessego.
Leia o trecho: Tífon foi criado para acabar com Zeus e o Olimpo — venceu a primeira luta contra seu oponente.
Como ficaria a frase “Tífon venceu a primeira luta” se substituíssemos Tífon por Zeus e o Olimpo?
vencerão a primeira luta.
venceram a primeira luta.
vencerá a primeira luta.
venceu a primeira luta.
Leia o trecho de texto a seguir Segundo o biólogo do Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoobotânica Glayson Benke, os pombos domésticos, que estão nas ruas e nas praças, representam riscos reais para a saúde dos estudantes. Uma série de doenças é transmitida, principalmente a partir das fezes, de restos de ninho e de penas em decomposição. [...] Disponível em: <http://diariogaucho.clicrbs.com.br/rs/dia-a-dia/noticia/2017/06/ escola-invadida-por-pombos-esta-com-aulas-suspensas-na-capital-9809645.html>. Acesso em: 29 jan. 2018. Qual é o assunto principal desse texto?
Saúde dos estudantes.
Pombos nas ruas e nas praças.
Extinção dos pombos da natureza.
Doenças transmitidas por pombos.
Leia a seguir o trecho de um texto teatral. [...] Aurora assume o centro e faz a mímica da flor. Todos tentam adivinhar e quando um consegue, comemoram. Aurora – Agora eu pensei num mês. Amiga – Deixa eu falar, eu sei mês. É abóbora. Aurora – Pela última vez: abóbora não é mês. O mês que eu pensei é o do meu aniversário, que é ja...ja...ja.... Felizardo – Junho! Aurora – Errou! (chorosa) O Felizardo é meu amigo e não sabe o mês do meu aniversário. Todos – É janeiro! Felizardo – Mas não precisa ir embora... Aurora sai, resmungando. [...] Marcelo Romagnoli. Sete textos de teatro para crianças e jovens. São Paulo: Ed. Autor, 2014.
Assinale a alternativa que indica quantos atores seriam necessários para apresentar essa cena.
Um ator para representar Aurora.
Dois atores para a representação de Aurora e Felizardo.
Três atores para a representação de Aurora, amiga e Felizardo.
Quatro atores para a representação de Aurora, Felizardo, amiga e todos.
Releia a frase do texto teatral. "Aurora sai, resmungando." Qual pode ser o sentido do termo destacado?
reclamando em voz baixa.
falando em som muito alto.
cochichando com alguém.
em silêncio, de mau humor
Leia o trecho da história a seguir. João e Maria [...] Quando a lua apareceu, as pedrinhas que João tinha deixado cair pelo atalho começaram a brilhar; seguindo-as, os irmãos conseguiram voltar até a cabana. Ao vê-los, os pais ficaram espantados. Em seu íntimo, o lenhador estava até contente; mas a mulher, assim que foram deitar, disse que precisavam tentar novamente, com o mesmo plano. João, que tudo escutara, quis sair à procura de outras pedrinhas, mas não pôde, pois a madrasta trancara a porta. [...] Conto dos Irmãos Grimm. Domínio público. Disponível em: <www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me001614.pdf>. Acesso em: 5 jan. 2018.
As palavras de ligação destacadas no texto indicam, respectivamente:
posse, dúvida.
dúvida, oposição.
causa, companhia.
oposição, explicação.
Leia e compare os textos a seguir. Texto 1 Atirei o pau no gato Atirei o pau no gato tô Mas o gato tô Não morreu reu-reu Dona Chica cá Admirou-se se Do berro, do berro que o gato deu: Miau! Da tradição popular.
Texto 2 Não atire o pau no gato Não atire o pau no gato tô Porque isso sô Não se faz faz faz O gatinho nho nho É nosso amigo go Não devemos maltratar Os animais Jamais! Da tradição popular.
O segundo texto é uma paródia da cantiga popular “Atirei o pau no gato”. A melodia foi aproveitada, mas a letra foi alterada. Como ela pode ser caracterizada?
Cômica, uma vez que sua principal função é provocar o riso.
Enganosa, tendo em vista que não menciona a personagem dona Chica.
Irônica, porque as palavras manifestam o oposto do que se pretende dizer.
Crítica, pois incentiva a defesa dos animais em vez de sugerir o maltrato do gato.
Leia a notícia a seguir. Honestidade: criança devolve dinheiro que achou em livro [...] “Apesar do senso comum dizer que é preciso levar vantagem em tudo, a honestidade ainda vale a pena”. Com esse desabafo, o professor de História de uma escola municipal, F. Duarte, contou a história de uma criança que mostrou a essência da palavra honestidade em ações. Emoções à parte, o professor informou que durante a aula de História do 6º ano Manhã, nessa terça-feira (26), a aluna Ana K. de L. M., de apenas 10 anos, pegou um livro da sala de leitura, quando se surpreendeu com a quantia de R$300 ao folheá- -lo. Ao ver o dinheiro, a menina logo anunciou ao professor sobre o que tinha achado. Segundo Duarte, um colega de classe perguntou o porquê de ela ter falado e não ter colocado dentro do bolso. A resposta de Ana K. foi dura: “Eu não quero ficar com nada de ninguém”. A criança, então, foi levada de sala em sala, sendo apontada como um exemplo de honestidade a ser seguido pelos demais. [...] NARLLA, H. Tribuna do Ceará, 27 mar. 2013. Disponível em: <http://tribunadoceara.uol.com.br/noticias/fortaleza/honestidade-crianca-devolve-dinheiro-que-achou-em-livro>. Acesso em: 14 dez. 2017. (Fragmento) Nessa notícia, há uma opinião que está expressa em:
“‘Apesar do senso comum dizer que é preciso levar vantagem em tudo, a honestidade ainda vale a pena.”
“[...] a aluna Ana K. de L. M., de apenas 10 anos, pegou um livro da sala de leitura.”
“Ao ver o dinheiro, a menina logo anunciou ao professor sobre o que tinha achado.”
“[...] um colega de classe perguntou o porquê de ela ter falado e não ter colocado dentro do bolso.
Leia as frases a seguir.
Dos verbos que estão destacados nas frases, quais deles estão no tempo passado?
gosta e participará
participará e foi
chutou e gosta
foi e chutou
Leia o poema a seguir e escolha a opção com as palavras escritas com m ou n, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
Meiguice Dera____ à li____da Clarisse uma gatinha mimosa, tão bra____ca, tão carinhosa, tão e____graçada, tão ma____sa que a e____ca____tadora cria____ça por nome lhe pôs — Meiguice. Tinha bo____ leite ao almoço e biscoitos e bolinhos; dormia em sedas e armarinhos, e ro____ronava fagueira qua____do se____tia a coleira de fita azul, no pescoço. Clarisse amava deveras a bichinha cor de neve e a gata, nervosa e leve, adorava a pequenita; e tinha____ graça i____finita, estas amigas si____ceras!
VIEIRA, A. L. Disponível em: <www.dominiopublico.gov.br/download/texto/wk000075.pdf>. Acesso em: 14 jan. 2018. (Fragmento)
Meiguice Deram à linda Clarisse uma gatinha mimosa, tão branca, tão carinhosa, tão engraçada, tão mansa que a encantadoracriança por nome lhe pôs — Meiguice. Tinha bom leite ao almoço e biscoitos e bolinhos; dormia em sedas e armarinhos, e ronronava fagueira quandosentia a coleira de fita azul, no pescoço. Clarisse amava deveras a bichinha cor de neve e a gata, nervosa e leve, adorava a pequenita; e tinham graça infinita, estas amigas sinceras!
Meiguice Deram à linda Clarisse uma gatinha mimosa, tão branca, tão carinhosa, tão engraçada, tão mamsa que a emcantadoracriança por nome lhe pôs — Meiguice. Tinha bom leite ao almoço e biscoitos e bolinhos; dormia em sedas e armarinhos, e ronronava fagueira quandosemtia a coleira de fita azul, no pescoço. Clarisse amava deveras a bichinha cor de neve e a gata, nervosa e leve, adorava a pequenita; e tinham graça infinita, estas amigas simceras!
Meiguice Deran à linda Clarisse uma gatinha mimosa, tão branca, tão carinhosa, tão engraçada, tão mansa que a encantadoracriança por nome lhe pôs — Meiguice. Tinha bon leite ao almoço e biscoitos e bolinhos; dormia em sedas e armarinhos, e ronronava fagueira quandosentia a coleira de fita azul, no pescoço. Clarisse amava deveras a bichinha cor de neve e a gata, nervosa e leve, adorava a pequenita; e tinhan graça infinita, estas amigas sinceras!
Meiguice Deram à limda Clarisse uma gatinha mimosa, tão bramca, tão carinhosa, tão engraçada, tão mamsa que a encamtadoracriança por nome lhe pôs — Meiguice. Tinha bom leite ao almoço e biscoitos e bolinhos; dormia em sedas e armarinhos, e romronava fagueira quandosentia a coleira de fita azul, no pescoço. Clarisse amava deveras a bichinha cor de neve e a gata, nervosa e leve, adorava a pequenita; e tinham graça infinita, estas amigas simceras!
Leia o texto a seguir e responda à questão. Quem dá um presente costuma definir seu sucesso a partir da reação do presenteado. Simples: quanto mais impactada a pessoa fica com a lembrança, mais bem pensada parece ter sido a escolha. Pode parecer, mas isso não é senso comum — tem base científica, de acordo com uma pesquisa feita na Universidade de Indiana. Disponível em: <https://super.abril.com.br/ideias/5-maneiras-de-escolher-o-presente-de-fim-de-ano-de-alguem/>. Acesso em: 17 dez. 2017. (Fragmento)
Os sinais de pontuação desse texto aparecem na seguinte ordem:
vírgula, dois-pontos, ponto final, vírgula, ponto final, travessão, ponto final e vírgula.
ponto final, dois-pontos, vírgula, ponto final, vírgula, travessão, vírgula e ponto final.
vírgula, ponto e vírgula, ponto final, vírgula, ponto final, travessão, ponto final e vírgula.
ponto final, ponto e vírgula, vírgula, ponto final, vírgula, travessão, vírgula e ponto final.